Utilização de dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar para comparar os melhores planos de saúde
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) oferece uma vasta base de dados sobre operadoras, planos e indicadores de desempenho que permite comparar objetivamente opções de plano de saúde. Com acesso a informações sobre sinistralidade, carências, tempo de atendimento e reclamações, os setores de Recursos Humanos, Financeiro e Diretoria podem escolher opções alinhadas às necessidades da empresa e ao orçamento previsto. Ao usar dados da ANS, os gestores reduzem riscos de reajustes inesperados e asseguram qualidade do serviço médico para todos os colaboradores.
Bases da Agência Nacional de Saúde Suplementar para avaliar operadoras de planos de saúde
As operadoras de planos de saúde têm de reportar indicadores periodicamente à ANS com o intuito de criar uma transparência no mercado. Esses números refletem eficiência no atendimento, satisfação do beneficiário e saúde financeira das empresas.
- Índice de reclamações: Taxa de queixas por cada recorte de beneficiários, o que indica a qualidade de relacionamento e a eficiência na resolução de problemas.
- Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS): Métrica composta por indicadores de Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso, Sustentabilidade no Mercado e Gestão de Processos e Regulação.
- Sinistralidade: Percentual de despesas médicas em relação à arrecadação que revela o equilíbrio entre prêmios e custos assistenciais.
- Cobertura regional: Quantidade de municípios atendidos, útil para empresas com unidades em diferentes cidades.
Ao cruzar esses indicadores, o RH terá plenas condições de identificar as operadoras de planos de saúde com menor sinistralidade e maior índice de satisfação. Isso facilita a negociação de condições mais vantajosas para a empresa.
Comparação de planos de saúde por perfil de uso
Planos de saúde variam bastante em termos de cobertura ambulatorial, hospitalar, urgência, obstetrícia e procedimentos específicos. Por isso, os dados da ANS oferecem um detalhamento de abrangência mínima obrigatória e opções de upgrade.
- Rede credenciada: Quantidade de hospitais, laboratórios e clínicas credenciados em cada estado.
- Tempo médio de autorização: Prazo médio para liberação de procedimentos de média e alta complexidade.
- Percentual de carências cumpridas: Número de beneficiários que aguardaram o tempo de carência, ponto que reflete a política de inclusão rápida de funcionários.
- Índice de rede fora de cobertura: Reclamações relacionadas a atendimentos fora da área geográfica prevista no contrato.
Diretoria e Financeiro podem usar esses dados em conjunto a fim de escolher planos de saúde que ofereçam rede ampla e processos de autorização ágeis, sem comprometer prazos de atendimento aos funcionários.
Segmentação por porte da empresa e faixa etária
Planos de saúde empresariais costumam se dividir em faixas de vidas e perfis demográficos. Com dados segmentados da ANS, que mostrem sinistralidade por faixa etária e volume de vidas, é possível segmentar com mais clareza, como exploramos abaixo.
- Sinistralidade por faixa etária: Custos por grupo etário ajudam a prever gastos futuros e ajustar coparticipação.
- Reajuste por média própria: Empresas com mais de 100 vidas podem negociar reajuste com base na própria carteira de usuários e evitar depender de um valor geral.
- Sinistralidade em grupos menores: Levantamento para analisar risco em carteiras abaixo de 100 vidas, que podem sofrer reajuste por segmento de mercado.
- Faixa de vidas e valor de prêmio: Números da ANS permitem comparar custo do plano de saúde conforme o número de beneficiários.
Com essas informações, o RH adequa planos de saúde ao perfil médio de uso, enquanto o Financeiro projeta o orçamento com maior precisão.
Indicadores de qualidade e resolutividade
A qualidade de um plano de saúde não se mede apenas pelo custo, mas também pela capacidade de resolver problemas do beneficiário. Indicadores da ANS podem apontar a eficiência na regulação, auditoria de contas e tempo de resposta.
Os relatórios disponibilizados pela ANS mostram o percentual de exclusões em faturas e de autuações por descumprimento de normas. Quanto menor a taxa de glosa, maior a confiabilidade das cobranças apresentadas pela operadora. Além disso, índice de autuações reflete capacidade de compliance e cumprimento de prazos legais.
- Taxa de exclusões: Percentual de faturas contestadas pela operadora, o que sinaliza divergências em procedimentos cobrados.
- Índice de autuações: Notificações da ANS por descumprimento de regulamentações, questão que demonstra solidez jurídica.
- Tempo de atendimento ao beneficiário: Prazo médio para retorno a reclamações que reforça a experiência do usuário.
- Avaliação de ouvidoria: Nota atribuída pelo usuário nos canais de ouvidoria, um indicador de satisfação.
Equipar o RH, o Financeiro e a Diretoria com esses indicadores fortalece a posição de negociação e reduz riscos de insatisfação entre colaboradores.
Perfis de uso: cruzamento com dados internos
Para maior assertividade, a empresa pode combinar os dados da ANS com as informações internas sobre o uso do plano de saúde. Inegavelmente, essa integração possibilita descobrir desvios e focar recursos em prevenção.
- Análise de sinistralidade interna vs. base ANS: Comparar o custo médio por colaborador com a média nacional para detectar anomalias.
- Mapeamento de procedimentos de alto valor: Listagem dos tratamentos que mais pesam no orçamento para ser viável renegociar a coparticipação, por exemplo.
- Indicadores sociodemográficos: Cruzar sexo, idade e cargo com padrões da ANS ajuda a orientar a personalização de benefícios.
- Benchmarking setorial: Comparar a carteira própria de usuários com médias de setor de atuação, sempre conforme os padrões da ANS.
Assim, o RH e o Financeiro podem justificar ajustes de política de uso do plano de saúde e criar campanhas de prevenção direcionadas.
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Em conclusão, é válido destacar que a utilização de dados da ANS transforma a seleção de plano de saúde empresarial em um processo objetivo, baseado em métricas confiáveis.
Com indicadores detalhados, RH, Financeiro e Diretoria ganham uma visão completa para tomar decisões estratégicas. Além disso, cruzar informações internas amplia a precisão das análises e embasa negociações com operadoras.
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